A exumação para exame de DNA é o último recurso de uma investigação de paternidade. Ela é usada quando o suposto pai faleceu e não há parentes que possam fazer o exame de reconstrução.
Quando a exumação é indicada?
Quando não é possível fazer o exame com avós, meios-irmãos, tios ou outros filhos do falecido. Antes de pensar em exumação, vale sempre conferir se existe algum parente disponível: a reconstrução com avós ou com meios-irmãos e tios é mais rápida e mais barata.
Quem autoriza?
Em regra, a exumação para DNA depende de ordem judicial, dada dentro do processo de investigação de paternidade. O juiz define o laboratório, a data e as condições, e a retirada do material é feita no cemitério, com acompanhamento técnico e registro de cada etapa.
Que material é coletado?
Normalmente ossos longos ou dentes, que guardam melhor o DNA ao longo do tempo. Em alguns casos também se usam amostras guardadas em hospitais ou laboratórios, como blocos de biópsia, o que pode evitar a exumação.
O tempo desde o falecimento atrapalha?
Pode atrapalhar. O DNA se degrada com o tempo, a umidade e o tipo de sepultamento. Por isso o laboratório não garante o resultado antes da análise. Em casos mais antigos podem ser necessárias novas extrações ou outras amostras.
Quanto custa?
O valor depende do tempo de sepultamento e do número de pessoas no exame, e é informado no atendimento. A exumação em si (serviço do cemitério e da funerária) costuma ser cobrada à parte.
O IPC faz esse tipo de exame?
Sim. O IPC trabalha com genética forense, incluindo exumação e análise de amostras forenses, em processos de todo o Brasil.
Como agendar no IPC
O IPC – Instituto de Perícias Científicas atende na Rua da Paz, 185, Jardim dos Estados, em Campo Grande/MS, de segunda a sexta, das 8h às 17h. Você pode comprar o exame pela loja do site ou falar com a equipe pelo WhatsApp (67) 3041-0000.
Valores da tabela 2026, com impostos inclusos, sujeitos a confirmação no atendimento. Este texto é informativo e não substitui a orientação do seu advogado.
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Por Bruno Boiko Pereira de Figueiredo, biólogo (CRBio-01 nº 54.040) e engenheiro civil (CREA-MS nº 66290), responsável técnico do IPC – Instituto de Perícias Científicas de MS. Atualizado em 31/10/2026. Texto informativo: não substitui a orientação do seu advogado.